Mostrando postagens com marcador Novo Conceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Novo Conceito. Mostrar todas as postagens

6 de julho de 2016

Resenha: Fragmentados

Autor: Neal Shusterman
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320



"Os detalhes diferem, é claro, assim como os atores, mas a essência é a mesma"

Voltando a sessão de resenhas depois de um tempo, resolvi continuar seguindo a ordem das minhas leituras para fazer a resenha. Por isso, hoje, vamos falar de Fragmentados. E como falar de um livro que, aparentemente, todo mundo amou e eu só achei “ok”? Pois é, eis a questão. 

Fragmentados foi um dos livros que eu comprei pela capa e principalmente pelo título. Sim, o título me chamou atenção então pensei “por que não né?”. Depois de ler a sinopse fiquei mais curiosa ainda, mas confesso que esperava mais da história. O gênero distópico é um dos meus favoritos, mas acho que nenhum vai chegar aos pés do meu queridinho Jogos Vorazes.

No cenário do livro, após uma guerra, as crianças são protegidas até os 13 anos. A partir daí a “Lei da Vida” permite que os pais que não querem mais os filhos, podem mandá-los para a fragmentação.  Inicialmente, a gente pensa que a fragmentação é só a retirada de órgãos de uma pessoa, mas conforme a história evolui, percebemos que qualquer parte do corpo pode ser reutilizada e, assim, seu “doador” permanece vivo aonde estiver, no corpo de quem precise. 
‘‘A Lei da Vida declara que a vida humana não pode ser tocada desde o momento da concepção até que a criança chegue à idade de treze anos.’’
Temos o livro narrado a partir de três pontos de vistas, Connor, Risa e Lev, três jovens enviados para a fragmentação, ou seja, destinados a terem seus corpos separados em pedaços. Cada um deles possui uma história, mas pela “força do destino” acabam se reunindo e se ajudando. 

Connor é considerado um jovem desajustado e malcriado, por isso foi enviado para a fragmentação. Risa vivia em abrigo do governo, nunca fez nada errado, mas por cortes no orçamento também foi mandada para a fragmentação. Lev foi criado e ensinado desde que nasceu que seria um dízimo, seu destino estava fadado a ir voluntariamente para a fragmentação como se isso fosse uma espécie de benção divina. 


Um acontecimento aqui, um acidente ali, e os três se juntam. Em uma confusão no trânsito, os três fogem do sistema de fragmentação e agora precisam ficar escondidos e sobreviver até completar 18 anos pois, só assim, estarão livres do procedimento. Mas, talvez, a maior dificuldade dos três seja a convivência um com o outro, pois não se conhecem e nem confiam um no outro.

A escrita de Neal flui bem rápida, porém, em algumas partes do livro, não consegui me apegar aos personagens. Algumas atitudes tomadas pelos protagonistas foram completamente estúpidas e sem sentido. Se algumas cenas fossem cortadas, quem sabe eu não teria ficado tao irritada com o livro. 
"Como é que alguém pode aprovar leis sobre coisas que ninguém conhece? [...] É isso que a lei é: palpites instruídos sobre o que é certo e errado"
Apesar disso, o livro me fez refletir sobre as decisões erradas ou equivocadas que tomamos, pois tudo tem uma consequência. Para os personagens a consequência era ter seus corpos divididos em vários pedaços. Quando o foco era realmente as questões de fragmentação, pude refletir sobre o verdadeiro valor da vida, mas em outras partes só queria terminar o livro logo. 

Nas narrativas secundárias, a parte que mais me chamou atenção, foi a que mostrou a consciência dos fragmentários ou que usam partes de fragmentados. De certa forma as duas pessoas estão presentes e há um tipo de conflito interno na hora de tomar uma decisão. Quando cheguei em uma parte assim pensei “ok agora o livro vai ficar emocionante”, mas infelizmente foi só um trecho e fiquei na expectativa de mais partes assim.  Também foi legal conhecer a história de cada personagem e o que os levou à Fragmentação, ou a fugir dela.  

"As pessoas não são completamente boas nem completamente ruins. A gente passa a vida toda entrando e saindo das sombras e da luz"
A história tem um final bem amarrado, sem ganchos para uma continuação, mas pesquisando descobri que a história possui mais 4 volumes. Os próximos livros, assim como o primeiro, têm uma história independente, por isso não se ligam necessariamente com esse. Quem gosta de distopia, deve sim dar uma chance ao livro, mas tentem não ir com “muita sede ao pote” como eu fui. 

21 de março de 2016

Resenha: Simplesmente Acontece

Autora: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 448



Não se pode controlar as coisas que vêm do coração.

Romances. Sempre tão clichês e sempre despedaçando os corações alheios que sabem que o amor não é apenas flores e borboletas. Em Simplesmente Acontece acompanhamos Alex e Rosie, dois grandes amigos, desde os 7 anos aos mais de 50, que por armações do destino, negam para si e para o mundo o amor que sentem um pelo outro. Como o próprio nome do livro diz, as coisas simplesmente acontecem na história dos dois personagens, coisas da vida, que podem acontecer com qualquer pessoa, o que acaba impedindo os dois de ficarem juntos. 

Desde sempre Alex e Rosie são amigos. Sonharam juntos, realizaram planos juntos, entraram em encrencas juntos. Os dois conhecem um ao outro melhor do que ninguém, e o amor um pelo outro é visível, todos acreditam que eles devem ser um casal, pois são inseparáveis, mas as coisas não ocorrem no tempo que deveriam. 

Alex é o estilo de cara desleixado, que não faz longos planos, escreve errado e não tem responsabilidade nenhuma, até que em um momento resolve dar um rumo para a sua vida. Já Rosie é a garota certinha, que está sempre correndo atrás do que deseja, tem tudo planejado, mas por um deslize sua vida mudou completamente e os sonhos ficaram para outra hora. 
''Como a vida é engraçada, né? Bem na hora em que você pensa que está tudo resolvido, bem na hora em que você finalmente começar a planejar alguma coisa de verdade, se empolga e sente como se soubesse a direção em que está seguindo, o caminho muda, a sinalização muda, o vento sopra na direção contrária, o norte de repente vira sul, o leste vira oeste, e você fica perdido.''
Alex se muda para o outro lado do mundo seguindo o sonho de ser médico, e Rosie agora tem uma filha, Katie, a quem ama incondicionalmente, mas que a impede de realizar muitas coisas. Reviravoltas e mais reviravoltas do destino acontecem com os dois em função dos personagens secundários que tem um papel importante para a construção da narrativa. Brigas, segredos, casamentos, mudanças, mortes e perdão são o que constrói esse livro, tudo em volta de uma amizade enorme. 

Eu conheci a história primeiramente através do filme, e me apaixonei, mas ao ler o livro parece que as minhas expectativas foram se reduzindo. A narrativa do livro é contada através de cartas, bilhetes, e-mails, chats, mensagens no celular, cartões postais ou comemorativos, trocados por Alex e Rosie ao longo dos anos. Confesso que isso me deixou um pouco decepcionada com a história e incomodada também. Eu esperava mais, eu queria mais. Queria um certo contato real entre os personagens e não apenas por chats online. 


Quando vi o filme sentia a proximidade dos personagens, sentia a saudade que sentiam um do outro, percebia a dor de estar longe de quem se ama, mas ao ler o livro pareceu que, mesmo os personagens morando na mesma cidade, eles quase nunca conversavam pessoalmente. Existe a ajuda, os conselhos, e tudo mais, mas senti falta do contato real entre elas. As cartas puderam contar mais dos relacionamentos conturbados que tinham e da vida de Katie e Josh, filhos dos personagens, por outro lado eu ainda senti falta das coisas físicas da história, que tanto me emocionaram quando vi o filme. É acho que talvez, esse seja uns dos raros casos em que prefiro o filme ao livro. 

Eu gostei da história, mas particularmente, prefiro o romancezinho clichê em que o casal fica brigando a história inteira e então, no fim, ficam juntos e felizes. Para mim, o romance precisa desse contato físico entre os personagens, precisa de proximidade, e apesar de sentir o amor que havia entre Alex e Rosie, esse amor parecia uma ideia muito distante para os dois. Eles demoraram muito tempo para perceber o que sentiam, e foram deixando as coisas acontecerem como se adiassem algo. Tudo bem, sempre tem aquele velho ditado de que tudo tem seu tempo, mas aqui me pareceu tempo demais. 
''No começo tínhamos tanta coisa pra conversar que falávamos umas cem palavras por segundo, e mal esperávamos o outro terminar uma frase para começar outra. E demos muita risada. Rimos à beça. Então os risos terminaram e veio o silêncio. Um silêncio estranhamente confortável. Que diabos foi aquilo?''
O amor entre Rosie e Alex existia sim, mas eles nunca pareciam estar em sintonia para dizer o que sentiam. Num momento o trabalho era o foco, em outro os filhos, no outro os casamentos que iam de mal a pior, e assim por diante. O amor estava ali, senti isso enquanto lia, mas por problemas pessoais e brincadeiras do destino ele nunca era revelado. E foi assim que a narrativa foi me cansando. As chances foram passando de uma em uma, o amor foi deixado de lado por medo de dizer o que sentiam, por besteiras e contratempos. Teve momentos durante a leitura que eu pensava: por favor, sentem e resolvam isso de uma vez! Mas como todo romance, isso é coisa para os últimos segundos. 

Acredito que a autora quis mostrar que tudo tem sua hora certa para acontecer, mas que às vezes devemos aproveitar as oportunidades que temos ao longo do tempo, mesmo que não de certo no futuro. Eu gostei mais da adaptação cinematográfica, mas o livro traz pontos da história que não são retratados no cinema, e talvez isso foi o que mais me cativou na escrita, conhecer melhor os personagens, mas em questão do romance deixou um pouco a desejar. Para os apaixonados por romances clichês, esse é o livro, mas para quem, assim como eu, prefere o contato real dos personagens, talvez devesse procurar outra história. 





Esse livro faz parte do Projeto Leia Mulheres

25 de outubro de 2015

Resenha: A Aprendiz

Autora: Trudi Canavan
Trilogia: Mago Negro
Volume: 2 de 3
Editora: Novo conceito
Paginas: 544

Ela lutou contra seu poder, mas para sobreviver teve que se tornar um deles.

Nesse mês de outubro as coisas estiveram paradas por aqui. Pois é, a vida não deu folga, trabalhos da faculdade, feira da cidade, e não deu tempo de atualizar as coisas por aqui. Mas voltei com a resenha do segundo volume da Trilogia Mago Negro. 

Pra quem não sabe do que estou falando, pode conferir a resenha do Clã dos Magos, o primeiro volume, aqui

Assim como já disse na resenha do primeiro volume, eu me encantei por essa história, inclusive tive que me controlar um monte pra não ler tudo de uma vez só em respeito aos sorteios da minha TBR, mas a espera não fez diminuir o efeito da historia. A narrativa continua envolvente e cativante, sem aquele clima de desgaste que muitos livros possuem, o que me fez gostar ainda mais da autora. 

Nesse segundo volume, Sonea passa a frequentar as aulas de magia do clã, mas o início de uma vida nova parece não se revelar para ela. Por sua reputação e origem, Sonea é humilhada pelos colegas de aula, principalmente Regin, o antagonista da história, e às vezes até pelos professores da universidade do clã, acusada de roubo e de manter relações com seu mentor Rothen. Muitos alunos, ao comando de Regin, se juntam para atormentá-la entre os intervalos, criando emboscadas e tentando enfraquecê-la.

Com a ajuda de Rothen, e alguns outros amigos, ela tenta se livrar dos estudantes que a atormentam, mas nada para ser suficiente para fazê-los parar, então Sonea busca por novos esconderijos na universidade todo dia. As coisas pioram quando Akkarin, o Lorde Supremo, desconfia que ela, Rothen e Loren saibam seu segredo maligno. 


Apesar do foco do livro ser o treinamento e o desenvolvimento de Sonea, muitas partes da trama focam o bulliyng sofrido pela garota. As brincadeiras sofridas parecem ser ignoradas por grande parte dos magos e professores da universidade, por ela ser uma favelada. Isso me causou ódio de alguns personagens, e eu virava cada página esperando que alguém a ajudasse. 

Nesse livro, também temos um novo protagonista para a história, Dannyl. Depois de assumir como Embaixador, ele começa uma viagem pelo reino de Kyralia e Elyne, e muitas partes do enredo são narradas pela perspectiva dele. Nessas viagens por ordem de Loren, Dannyl começa a seguir antigos passos do Lorde Supremo, tentando descobrir o porquê de realizar algo tão perigoso para o clã e o reino. Dannyl não sabe o verdadeiro significado da sua pesquisa, mas tem certeza que é importante e por isso refaz todos os passos que o Lorde Supremo realizou 10 anos antes. 

É claro que o Lorde Supremo, descobre essas tais pesquisas e então a história começa a tomar outro rumo. Primeiramente, Loren é afastado por um tempo de suas obrigações da universidade, depois Rothen perde a guarda de Sonea e ela se torna aprendiz de nada mais nada menos do que o Lorde Supremo, de quem ela tanto teme. O livro me deixou instigada a descobrir mais sobre Akkarin, e realmente espero que os mistérios dele e seus segredos sejam explicados no último volume. 


A partir daí, muitas histórias paralelas são criadas, mas todas se interligam totalmente com o eixo central, Akkarin e Sonea, se encaixando perfeitamente na trama. Ao final do livro ficamos com várias dúvidas e imaginando milhões de coisas para o próximo livro, o que é ótimo porque poucas séries/trilogias conseguem deixar o leitor intrigado para o próximo livro. 

Sonea evoluiu muito nesse livro e o modo como ela lidava com os problemas me surpreendeu. Também adorei conhecer mais sobre Dannyl que com certeza se sobressaiu nesse livro, mostrando outro fato que é comum não só para os magos, mas também na nossa sociedade, o preconceito. Ainda que gostei da evolução desses personagens, senti bastante falta de Rothen, que após perder a guarda de Sonea apareceu pouquíssimo durante a história. 


Sem dúvidas, meu personagem favorito nesse segundo volume foi o temível Akkarin, o Lorde Supremo. Trudi criou um personagem tão misterioso e complexo que é impossível não querer descobrir tudo sobre ele, ainda estou tentando decidir se ele é o mocinho ou o bandido da história, mas isso só vou descobrir no terceiro volume.

Adorei o segundo volume, e recomendo à todos que leiam a trilogia. Eu vou torcer bastante para que o terceiro volume saia no sorteio da TBR, pois tenho certeza que o final da história vai ser fantástico como os dois primeiros volumes. 

23 de janeiro de 2015

Resenha: O Clã dos Magos

Autor: Trudi Canavan
Série: Mago Negro
Volume: 1 de 3
Editora: Novo Conceito
Páginas: 446


Cuidado com o que você deseja, você pode se tornar um deles.


Desde Harry Potter, livros de bruxos e magia se tornaram meio clichês, e até então não tinha me interessado por nenhum, até que surgiu essa trilogia incrível, e totalmente diferente dos queridinhos de H, e resolvi dar uma chance para uma nova visão da magia. E adorei! 

Pra começar a protagonista da história é uma menina, Sonea, que mora nas favelas de Imardim, capital do reino Kyralia. Essa cidade é governada tanto pelo Rei como pelo Clã dos Magos, e como todo favelado Sonea cresceu odiando as doutrinas adotadas pelos magos, rei e nobres, principalmente a purificação.

O clã envia alguns de seus magos para fazer uma espécie de “limpeza” na cidade, expulsando os pedintes e os pobres para que retornem a seu “devido lugar”: as favelas. Nessa purificação, muitas pessoas acabam morrendo pisoteadas, muitas pessoas que conseguem um lugar para morar na cidade acabam sendo expulsos nesse evento por não serem considerados uma classe importante para a cidade e Sonea e sua família foram uma das famílias expulsas. 

Ao voltar para a favela, Sonea reencontra alguns antigos amigos, Harrim e Cery, envolvidos em pequenos crimes. Todos os anos durante a purificação o grupo de Harrim se reúne tentando afrontar os magos com pedras ou outros objetos, porém as pedras sempre batem no escudo protetor que os magos implantam. Devido ao ódio que sente, Sonea resolve se juntar a eles como um ato de rebeldia para mostrar que também não concorda com a ideia da purificação.

Envolvida pela raiva e pela magoa de ser expulsa da cidade, Sonea atira uma pedra contra o escudo dos magos, e deseja com toda a força que ela o ultrapasse. O que era pra se transformar em pó ao atingir a proteção mágica acaba transformando o rosto de Sonea numa versão nítida de incredulidade. A pedra simplesmente atravessa o escudo, atingindo um dos magos e a partir daí, a vida de Sonea assim como a cidade de Imardim são modificadas.
“O Clã sabe que fiz aquilo! O velho mago à vira, apontara para ela de modo que outros magos a vissem. Ela estremeceu quando a lembrança de um cadáver carbonizado surgiu em sua mente.”
A partir desse momento da história, o Clã tenta encontrar Sonea por toda a cidade e somos levados ao interior das favelas, acompanhando os esconderijos de Sonea e os riscos que ela e os amigos correm para se proteger. E ai você pensa, “ok a história vai ficar chata e ser só isso, ela se escondendo dos magos?”.

Bom o enredo realmente se baseia nos esconderijos e o envolvimento dela com os Ladrões para continuar “invisível” ao Clã, um pouco enrolado até, mas em nenhum momento a história se torna chata, maçante ou cansativa. O ritmo flui muito rápido e eu não conseguia largar o livro, precisava descobrir como ela iria controlar seus poderes, que descobriu ter, qual o novo esconderijo e como funcionava a vida dos magos que a estavam procurando. Senti a adrenalina que inalava dos personagens e isso fez a leitura se tornar ainda melhor. 


Além da caça que os magos fazem para lhe achar, ela ainda precisa aprender a controlar seus poderes que são perigosos para ela e para todos da cidade. Se eles se desenvolverem sem treinamento ela pode destruir toda a cidade e mais ainda. Isso faz com que dentro do Clã comecem a surgir desavenças entre os próprios magos, já que uns querem ajudá-la e outros acham que será perigoso demais e também porque não querem manchar a imagem do Clã permitindo que uma favelada se instale lá, pois apenas filhos das Casas da Elite podem se tornar magos. 

Quando Sonea se envolve definitivamente com o Clã, outros personagens começam a ganhar foco na história, como Rothem, o mago que defende com unhas e dentes a permanência de Sonea dentro do Clã. E conhecer um pouco do outro lado fez eu gostar ainda mais da história. 

Os personagens são descritos como se houvesse mais por trás das aparências, o que com certeza vai render emoções nos próximos livros. Eu fiquei tão envolvida na história, que quando terminei fiquei com uma sensação de “Meu Deus, porque não tem mais livros assim?”. Fazia muito tempo que não terminava um livro já querendo pegar a continuação, mas tive que me controlar para não me atrapalhar nos sorteios da TBRJar. Espero que os próximos livros sejam tão bons como este!

COPYRIGHT © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS | O ARMAZÉM DE IDEIAS - 2015
Design, Ilustrações e Desenvolvimento: